quarta-feira, 8 de julho de 2009

BAND NEWS FLUMINENSE RECORRE AO SEBRAE EM NOVO PROGRAMA



Como forma de "correr atrás do prejuízo", a Band News Fluminense fez uma parceria com o SEBRAE para criar um programa sobre micro e pequenas empresas.

Mas como na lógica das FMs com roupagem de AM, o ouvinte não ouve FM, mas "lê" FM,a overdose de informação, prato principal dessas FMs. Afinal, o que nossos mais prestigiados intelectuais - gente hoje tida como "chata" e "ranzinza" - definem como overdose de informação (excesso de dados e informações que mais bitolam que esclarecem o receptor e não permitem sua reflexão crítica e autônoma) a mídia gorda e gordinha definem como "liberdade de informação".

Antes que algum fanático modulado me chame de "alienado", "preconceituoso" ou simplesmente "burro", quero esclarecer que, em tempos de Twitter, overdose de notícias, debates e até jornadas esportivas alienam mais o receptor, uma vez que, segundo as regras da Comunicação, é quase uma via de mão única, onde o emissor transmite demais uma mensagem, enquanto o receptor praticamente só recebe, cabendo a míseros minutinhos de telefonema ou o restrito espaço de e-mail ou carta (cujo feedback não é garantido de acontecer) o seu retorno de mensagem.

Além disso, não se pode comparar a abundância de texto (falado) das "rádios AM em FM" com a abundância de texto (escrito) da imprensa escrita. Os fanáticos modulados, os "líderes de opinião", os idiotas tecnológicos e outros bonecos de pilha da grande mídia adoram ouvir "rádios AM em FM" porque assim eles não têm a obrigação de pensar nem de ler livros, preferindo ligar o rádio FM em seus carrões.



Bom, encerrando esses parênteses invisíveis dos dois parágrafos, resta aqui desejar boa sorte aos representantes do SEBRAE, mas pêsames para a programação da Band News, que agora pelo menos deveria exigir dos jingles publicitários tirando aqueles cantores com voz de desenho animado.

A propósito, mais uma dica para a Band News FM, um conselho de uma "mãe da invenção":

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