terça-feira, 5 de maio de 2009

Atores a serviço da campanha "cultural" da mídia gorda


O que se faz para evitar a "geladeira". Como disse a Samara Felippo, os atores são contratados para determinados eventos "culturais", que, sabemos bem, são ligados ao brega-popularesco. Seja axé-music, "funk", breganejo ou o que vier na onda.

Há fortes rumores, como muita gente já começa a comentar, que o "gosto musical" popularesco dos atores não passa de encenação feita por motivos contratuais. Afinal atores são bem informados o suficiente para achar que rebolar ao som do "funk carioca" é o mesmo que pagar mico, mas, como a mídia gorda faz pressão sobre eles e ator que não dança o "funk" ganha fama de "difícil", isso pode representar sérios problemas para a carreira de atores que não atingiram o status pleno de um Tony Ramos ou de uma Nívea Maria. E tem muito ator ou atriz de "Malhação" cobiçando o lugar de um Malvino Salvador, de uma Juliana Paes.

Por isso é que se dança conforme o figurino. Se é para rebolar o "funk" para não perder contratos publicitários nem deixar fugir a chance de protagonizar a novela do próximo semestre, então é como diz o famoso programa do Sílvio Santos: TUDO POR DINHEIRO.

As recentes vítimas são dois atores até com papéis em novelas correntes da Rede Globo: Bruno Gagliasso, ator de Caminho das Índias, e Fernanda Paes Leme, atriz de Paraíso. Apesar da posição aparentemente confortável na Globo, os dois apareceram em eventos "funk", segundo uma nota de um portal de celebridades na Internet, porque dependem da mídia gorda e seus ditames, antes que um dia eles tenham que bater, sem sucesso, às portas da Rede Record, que talvez não seja receptiva a atores "difíceis". Por isso, bota-se "funk", axé e qualquer porcaria que esteja na moda para assim manter a boa relação com os chefões da mídia grande que patrocinam explicitamente os ritmos brega-popularescos.

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