sábado, 4 de abril de 2009

SE UM PLAYBOY HOMENAGEIA O CHITÃOZINHO & XORORÓ

Ele certamente se lembraria do pretensiosismo hipócrita dos breganejos em não apenas "macaquear" a música caipira, como também parasitar o Clube da Esquina, grande movimento de música mineira dos anos 70, regravando seu repertório em tributos oportunistas ou encomendados, ou então imitando (mal) a postura dos mineiros.

Mas, certamente, na música pseudo-caipira - herdeira explícita da música brega da linha Waldick Soriano - , não há artistas do porte de Milton Nascimento ou letristas como o Fernando Brant. O que existe no breganejo são duplas piegas, estereotipadas e com vozes estridentes, e cuja carreira dura anos por causa do apoio seguro da mídia mais do que gorda.

Um comentário:

Lucas Rocha disse...

O Brasil está cheio de gente burra - inclusive eu, que sou autista - que pensa que esses matutos do asfalto, com vozes chiliquentas e tudo, são "índios da viola". Eles, quando usavam mullets espetadérrimos (um corte curto na frente e comprido atrás, típico da new wave dos anos 80), pareciam dois metaleiros bregas.